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POLÍTICA

Debate sobre a situação do Seara gera confusão na Câmara de Americana

Confusão ocorreu na sessão desta quinta-feira e envolveu médica, assessor, vereadores e voluntários do hospital

Por Rodrigo Alonso / Ana Carolina Leal

02 de junho de 2022, às 17h18 • Última atualização em 03 de junho de 2022, às 09h04

A última sessão da Câmara de Americana, nesta quinta-feira, teve bate-boca e gritaria durante um debate sobre a situação do Hospital Seara, que iniciou o encerramento de suas atividades na última quarta.

Ontem o secretário de Saúde, Danilo Carvalho Oliveira, afirmou que foi formado um grupo de estudo em parceria com a Secretaria da Fazenda para avaliar as possibilidades orçamentárias e ver de que maneira a prefeitura pode auxiliar o Seara a “atravessar este momento de dificuldade”.

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No Legislativo, a confusão aconteceu enquanto José Getúlio e Fábio Thuler, presidente e vice-presidente do hospital, respectivamente, utilizavam a tribuna livre.

Houve um embate entre Fábio e o vereador Dr. Daniel (PDT) sobre um áudio vazado no qual um assessor do parlamentar teria criticado a gestão do Seara. Na ocasião, voluntários que atuam na unidade e acompanhavam a sessão se manifestaram contra o pedetista.

Também presente no plenário, a esposa de Dr. Daniel, a médica Adriana Cardoso, entrou na discussão e passou a gritar que o hospital era mal administrado.

A confusão, que fez a sessão ser suspensa, envolveu ainda um assessor de Dr. Daniel. O servidor bateu boca com um voluntário e foi repreendido pelo vereador Thiago Brochi (PSDB), com quem trocou farpas aos gritos. Um patrulheiro da Gama (Guarda Municipal de Americana) precisou apaziguar os envolvidos.

Após o uso da tribuna, em entrevista, Fábio rebateu as críticas à administração do hospital. “Quero ver fazer e fazer melhor”, disse. O vice-presidente ainda ressaltou que tanto ele como Getúlio, seu pai, não recebem remuneração pelo serviço, diferentemente da diretoria anterior.

PREFEITURA. Durante participação no programa Liberal no Ar, da Rádio Clube (AM 580), o secretário de Saúde destacou que Americana é a única cidade que contribui com o hospital.

“Do total de pacientes, 55% são do município e os demais da região, mas só a gente paga uma subvenção”, disse, acrescentando que a intenção da administração é achar uma maneira para que o hospital consiga se manter com uma certa sustentabilidade. “A perspectiva é de chegar em um consenso”. 

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