Arthur: o primeiro bebê nascido no HM em 2019

Primeiro bebê nascido no HM de Americana este ano recebe nome masculino mais popular entre famílias em 2018


O nome masculino preferido em Americana no último ano também foi o escolhido para o primeiro bebê nascido no Hospital Municipal em 2019. Arthur veio ao mundo de parto natural às 2 horas e nove minutos do novo ano. É o primeiro filho da dona de casa Priscila Bela da Silva Anhani Machado e do tecelão Andrei Anhani e inicialmente estava cotado para se chamar Miguel, outro nome que aparece na lista dos mais populares no último ano na cidade, só perdendo para Arthur.

Os fogos comemorando a chegada de 2019 ainda estouravam quando Priscila deu entrada no Municipal, nos primeiros minutos do ano que acabava de chegar. Ontem, ainda no hospital, ela disse que o nome do bebê foi ideia do marido. “Desistimos de Miguel porque já existe pessoas na família com esse nome. Aí meu marido escolheu Arthur. Ele será o primeiro da família”. Segundo Priscila, não houve motivo especial para a opção por Arthur. “Apenas achamos bonito”.

Foto: João Carlos Nascimento - O Liberal
Arthur veio ao mundo no Hospital Municipal de Americana às 2h09 do ano novo

Segundo o dicionário de nomes próprios, a origem do nome Arthur é incerta. Pesquisadores acreditam que possa ser derivado da língua celta, a partir do termo artwa, cuja tradução é pedra. De acordo com o dicionário, outra possibilidade seria a união dos elementos “art” (que significa urso) e “ur” (que significa grande). Independente do significado, no entanto, uma geração de Arthur e Miguel está sendo formada na cidade.

Há dois anos, eles se alternam entre os preferidos por papais e mamães de Americana na hora de dar nome ao filho, segundo dados da Arpen (Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais). Entre as meninas, os mais populares foram Alice e Lívia. No total, 2.814 bebês foram registrados na cidade no último ano.

O primeiro Arthur de 2019 nasceu com 48 centímetros e pesando 3,310 quilos. Sua mãe conta que voltou ao hospital para que ele pudesse nascer 40 minutos após ser liberada pelos médicos para ir para casa. “Procurei pelo hospital na noite do dia 31 achando que ele já fosse nascer, mas me dispensaram falando que ainda não era hora. Fui para casa e chegando lá a bolsa estourou. Quando retornei, nem os médicos acreditaram que eu já estava de volta”.

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