Americana tem manifestações nesta sexta-feira

Atos são protesto contra reforma da Previdência e os cortes na Educação promovidos pelo governo federal; Rua Fernando de Camargo deve ter interdição


As manifestações em Americana dentro da greve geral convocada para esta sexta-feira vão ocorrer a partir das 9 horas, no Centro da cidade. O movimento faz eco à mobilização nacional contra a reforma da Previdência e os cortes na Educação.

Foto: Marcelo Rocha / O Liberal
O ex-vereador de Santa Bárbara, Antonio Pereira, distribuiu panfletos na Avenida Iacanga nesta quinta-feira

Segundo informações de Bruno Canova, secretário local do PSOL, serão dois pontos de concentração. Às 9 horas, trabalhadores se concentram na Praça Comendador Muller, num movimento dos sindicatos liderados pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo).

Na Praça Basílio Rangel, às 10 horas, o Comitê Contra a Reforma da Previdência reúne partidos, entidades de classe e o coletivo Grito dos Excluídos formado pelas pastorais da Igreja Católica. Os dois atos se encontram a partir das 11 horas na Rua Fernando Camargo.

A via estará fechada das 7 h às 17 h para os manifestantes e carros de som, no trecho entre a Galeria Cacique e o Bradesco. Canova informa que não estão descartadas passeatas por outras ruas centrais e um ato simbólico em frente à agência local do INSS.

Além da Apeoesp e do Comitê Contra a Reforma da Previdência, o movimento em Americana tem apoio de diversos sindicatos.

CHAMADA
A mobilização para as manifestações de hoje aconteceram durante toda a semana. Cada sindicato mobilizou sua categoria e o comitê fez panfletagens na FAM (Faculdade de Americana), Unisal (Centro Universitário Salesiano) e feiras livres. Ontem à tarde, ela aconteceu no cruzamento das avenidas Iacanga e Santa Bárbara.

“Fazemos um chamado geral para a população, para todos os trabalhadores que se sintam lesados pelas medidas do governo e para qualquer um que queira se manifestar e mostrar seu protesto”, disse Bruno. “Estamos otimistas em relação à consciência das pessoas. Durante a mobilização percebemos que elas estão cientes de que a reforma da Previdência não é uma proposta interessante para os trabalhadores”.

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