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Educação

Alunos com comorbidades poderão optar por ensino remoto em Americana e SB

Os demais alunos precisarão estar presencialmente nas escolas

Por Rodrigo Alonso

26 Janeiro 2022, às 08h10 • Última atualização 26 Janeiro 2022, às 08h12

Em meio ao aumento de casos do novo coronavírus (Covid-19), as prefeituras de Americana e Santa Bárbara abriram a possibilidade para que alunos com comorbidades possam assistir às aulas de forma remota na rede municipal de ensino. Todos os outros precisarão estar presencialmente nas escolas.

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Em Americana, o ano letivo começa em 7 de fevereiro. A Secretaria Municipal de Educação comunicou que “vem seguindo todas as orientações dos órgãos sanitários e monitorando diariamente a situação” e que, no momento, não há previsão de mudança no calendário.

Em Santa Bárbara d’Oeste, as aulas têm início já na próxima segunda-feira. Segundo a prefeitura, alunos com comorbidades que ficarão em casa precisam apresentar atestado médico na respectiva unidade escolar.

Na região

Com retorno programado também para o dia 7, Nova Odessa não terá opção de ensino remoto, “a menos que o médico da criança ateste a necessidade”, de acordo com a administração municipal.

O Executivo apontou que todos os servidores da rede municipal já receberam pelo menos duas doses das vacinas contra a Covid-19 e que crianças com comorbidades acima dos 5 anos tiveram prioridade na vacinação. Diante desse cenário, a prefeitura manteve a obrigatoriedade da presença em sala de aula.

A mesma decisão foi tomada pela Prefeitura de Hortolândia, onde as aulas também serão retomadas no dia 7. A administração destacou que continuará com todos os protocolos de higiene e que exige a apresentação de comprovante de vacinação de todos os funcionários. Também ressaltou que crianças de 5 a 11 anos já estão recebendo a imunização. Esses procedimentos, conforme nota do Executivo, “visam tornar o retorno às aulas ainda mais seguro”.

Também procurada pela reportagem, a Prefeitura de Sumaré não se manifestou sobre o assunto.

Conforme o LIBERAL havia noticiado, no último dia 20, o Sinpro Campinas (Sindicato dos Professores de Campinas e Região) emitiu um comunicado no qual se posicionava contrário à volta às aulas presenciais nas escolas e universidades do Estado de São Paulo. O sindicato argumentou que teme um aumento “significativo” do número de professores, funcionários e alunos infectados pelo coronavírus.

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