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Mundo

Macron cumprimenta Biden e já celebra retorno dos EUA ao Acordo de Paris

Por Agência Estado

20 jan 2021 às 18:04 • Última atualização 20 jan 2021 às 18:42

Líderes mundiais, como o presidente do Canadá, Justin Trudeau, e o primeiro-ministro da Israel, Benjamin Netanyahu, foram ao Twitter cumprimentar o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e sua vice, Kamala Harris, pela posse nesta quarta-feira, 20, como novos líderes da Casa Branca. O presidente da França, Emmanuel Macron, aproveitou a mensagem para celebrar o retorno dos americanos ao Acordo de Paris, uma promessa de campanha dos democratas.

“Muitas felicidades neste dia tão significativo para o povo americano! Estamos juntos. Estaremos mais fortes para enfrentar os desafios do nosso tempo. Mais fortes para construir nosso futuro. Mais fortes para proteger nosso planeta. Bem-vindos de volta ao Acordo de Paris!”, publicou Macron na rede social.

Biden deve assinar a ordem executiva devolvendo os EUA ao Acordo de Paris, que combate as mudanças climáticas, ainda nesta quarta-feira.

Em sua publicação, Trudeau lembrou que EUA e Canadá são parceiros históricos. “Estou ansioso para continuar essa parceria com você, Biden, Kamala Harris e sua administração”, publicou. Já Netanyahu, ao parabenizar os empossados, disse esperar trabalhar junto ao novo líder da Casa Branca e citou o Irã como uma “ameaça” e um “desafio comum”.

O Alto Representante da União Europeia (UE) Josep Borrell saudou “a intenção do presidente de se envolver com o mundo mais uma vez”. “A UE espera abrir um novo capítulo das relações transatlânticas e trabalhar em conjunto na resolução das ‘crises em cascata da nossa era'”, escreveu no Twitter.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Javad Zarif, também se manifestou sobre o novo governo, mas não citou a chapa eleita. Ele apenas escreveu que a administração do agora ex-presidente Donald Trump é “relegado à história em desgraça”. “Talvez o novo pessoal em Washington tenha aprendido”, concluiu.

Mais cedo, outras lideranças mundiais como o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, também se manifestaram.

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