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Economia

Bolsas de NY fecham em baixa, com piora na reta final e impasse sobre estímulos

Por Agência Estado

11 ago 2020 às 18:00 • Última atualização 11 ago 2020 às 19:13

Os mercados acionários de Nova York subiram boa parte do dia, embora o índice Nasdaq tenha mostrado volatilidade em todo o pregão. Na última hora de negócios, o ambiente piorou e houve queda em todas as bolsas nesta terça, 11, após uma liderança republicana dizer que não houve avanços na busca por mais estímulos fiscais nos Estados Unidos.

O índice Dow Jones fechou em queda de 0,38%, a 27.686,91 pontos, o S&P 500 recuou 0,80%, a 3.333,69 pontos, após quase ter alcançado máxima histórica intraday, e o Nasdaq caiu 1,69%, a 10.782,82 pontos.

As bolsas de Nova York abriram sem sinal único. A declaração do governo da Rússia de que havia conseguido uma vacina para a covid-19 apoiou o humor dos investidores, embora outras autoridades tenham mostrado cautela com a notícia e a Organização Mundial de Saúde (OMS) aguarde mais informações para certificar sua segurança e eficácia.

Além disso, havia expectativa por mais estímulos, após sinalização do secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, de que eles podem ainda se materializar, mesmo após decretos sobre isso no fim de semana pelo presidente Donald Trump. No meio da tarde, contudo, o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell afirmou em entrevista que não houve avanços na busca por um acordo com democratas sobre o tema, abrindo espaço para a piora na ações na reta final.

Entre os setores, os de tecnologia e serviços de comunicação estiveram entre as maiores baixas. Apple caiu 2,97% e Microsoft, 2,34%, enquanto Amazon cedeu 2,14% e Alphabet, 1,09%.

Na contramão da maioria, o setor financeiro subiu, com Goldman Sachs em alta de 0,80% e JPMorgan, de 3,16%, em dia de avanço dos retornos dos Treasuries. Boeing chegou a mostrar mais força, mas ainda terminou em alta de 0,40%.

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