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Economia

Banco Mundial diz que inflação global segue diminuindo, mas ritmo é mais lento do que esperado

Por Agência Estado

11 de junho de 2024, às 17h33

A inflação continua diminuindo a nível mundial, mostrando progresso em direção às metas dos bancos centrais em economias avançadas e emergentes, mas a um ritmo mais lento do que anteriormente esperado, avaliou o Banco Mundial em relatório divulgado nesta terça-feira, 11.

“A inflação subjacente manteve-se teimosamente elevada em muitas economias, apoiada por rápido crescimento dos preços dos serviços. Durante o resto de 2024, a continuação da política monetária restritiva e a desaceleração dos aumentos salariais devem ajudar reduzir ainda mais os preços ao consumidor”, pontua o relatório.

Até o final de 2026, de acordo com a instituição, a inflação global deverá estabilizar-se num nível médio de 2,8%, amplamente consistente com as metas dos bancos centrais.

A instituição destaca que o crescimento das economias em desenvolvimento está prestes a desacelerar ligeiramente, principalmente por causa de fatores “idiossincráticos” em algumas grandes economias.

Além disso, persistem desafios significativos em economias vulneráveis, onde as perspectivas de crescimento deterioraram-se acentuadamente desde janeiro, afirmou a entidade. Ao mesmo tempo, a extensão prevista da flexibilização monetária em economias avançadas este ano diminuiu substancialmente desde o final de 2023, destaca o Banco Mundial.

Apesar disso, as condições do cenário global melhoraram neste ano, refletindo sólido apetite por risco após o progresso do ano passado em desinflação e diminuição das preocupações com a possibilidade de uma desaceleração acentuada do crescimento global, acrescenta a instituição.

Sobre os países emergentes, o Banco Mundial considerou que o risco de crédito soberano diminuiu neste ano, mas que os custos dos empréstimos para essas nações continuam elevados. “Na verdade, os ratings de crédito e a sustentabilidade das despesas indicam que cerca de 40% desses países permanecem extremamente vulneráveis a estresse relacionado a dívida”, observa.

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