Tiroteio em escola de Suzano deixa 10 mortos

Segundo a PM, dois adolescentes entraram na escola e efetuaram os disparos; cinco estudantes e um funcionário estão entre as vítimas


Um tiroteio na Escola Estadual Raul Brasil, no Jardim Imperador, em Suzano (a 170 km de Americana), na Grande São Paulo, deixou pelo menos dez pessoas mortas, entre eles alunos da unidade. Informações preliminares indicam que o caso ocorreu por volta das 9h30.

Dois suspeitos encapuzados teriam entrado na escola realizando os disparos. Eles teriam cometido suicídio em seguida. A Polícia Militar confirma que seis estudantes e duas funcionárias foram atingidos e morreram pelos disparos dentro da escola. Ainda não há informações da identidade das vítimas e dos atiradores.

A escola está isolada pois há suspeita de que os atiradores entraram com explosivos. O Gate está no local para atender a ocorrência.

Foto: Google Maps / Reprodução
Caso aconteceu na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano

Segundo a PM, antes de irem até a escola, os suspeitos atiraram em um proprietário de um lava-jato que fica em frente à escola – até a publicação desta reportagem, ele passava por uma cirurgia. Em seguida, dispararam contra a coordenadora pedagógica e ingressaram pelo portão da escola.

Era hora do recreio no momento do atentado. Eles entraram na escola com um revólver de calibre .38 e uma besta, um tipo de arma medieval que dispara flechas. Quatro jet loaders, que são peças de plástico para recarregar armas, também foram encontrados.

Em nota, a assessoria de imprensa do governador João Doria (PSDB) informou que “assim que foi informado do ocorrido, [Doria] cancelou toda sua agenda e se dirigiu ao local para acompanhar o trabalho de resgate e atendimento aos feridos”.

A escola oferece ensino fundamental e médio e um centro de estudos de língua, e fica na região central de Suzano.

“Com profunda tristeza, estou muito impactado com o que vi aqui. Fico muito triste que um fato como esse ocorra em nossa País e em nosso Estado”, lamentou Doria em coletiva para a imprensa.

“É a cena mais triste a que assisti em minha vida”, disse o governador.

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