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Cotidiano

Criança morre após o desabamento do prédio no Rio

Bombeiros conseguiram resgatar quatro pessoas e mais uma estaria presa sob os escombros

Por Agência Estado

03 jun 2021 às 10:51 • Última atualização 03 jun 2021 às 13:24

Os agentes farão a perícia nos escombros para identificar a causa do desabamento - Foto: WILTON JUNIOR - ESTADÃO CONTEÚDO

Uma criança morreu no desabamento do prédio residencial de quatro andares em Rio das Pedras, zona oeste do Rio de Janeiro na madrugada desta quinta-feira, 3. Os bombeiros conseguiram resgatar quatro pessoas e mais uma estaria presa sob os escombros.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes (DEM), acompanha o trabalho de equipes de resgate. Os três primeiros feridos já resgatados foram levados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.

A GloboNews informou que a quarta vítima resgatada, uma mulher, foi encaminhada para o Hospital Miguel Couto.

Cães farejadores auxiliam os oficiais na busca pelas demais vítimas.

Segundo a Prefeitura, ainda não há informação se o prédio que desabou estava em situação irregular. A delegacia da Taquara instaurou um inquérito para apurar o caso.

Os agentes farão a perícia nos escombros para identificar a causa do desabamento, assim que os bombeiros conseguirem encerrar o trabalho de resgate.

Além dos bombeiros, também atuam no local do desabamento equipes da Secretaria de Assistência Social e da Defesa Civil, além da Guarda Municipal. Prédios vizinhos também foram afetados.

Moradores relatam ter ouvido “estalos” por volta das 2 horas e, mais tarde, “muito fogo”. Os bombeiros do quartel de Jacarepaguá foram acionados às 3h22 para a ocorrência na esquina da Rua das Uvas com a Avenida Areinha.

Outros quatro quartéis – Alto da Boa Vista, Barra, Magé e São Cristóvão – dão apoio à operação de resgate. Em meio ao desabamento, um incêndio também precisou ser contido no local

A região de Rio das Pedras é conhecida como um dos lugares com maior atuação das milícias cariocas. Os prédios daquela área costumam ser construídos de maneira irregular, como foi o caso do edifício que desabou e deixou 24 mortos na comunidade da Muzema, ali perto, em 2019.

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