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Cotidiano

Brasil ultrapassa 220 mil mortes pela Covid-19; média segue acima de mil

Segundo o consórcio de veículos de imprensa, foram registrados 1.319 novos óbitos nas últimas 24 horas e 64.895 casos

Por Agência Estado

27 jan 2021 às 20:30 • Última atualização 27 jan 2021 às 21:15

A média móvel de mortes por covid-19, que registra as oscilações dos últimos sete dias e elimina distorções entre um número alto de meio de semana e baixo de fim de semana, ficou em 1.049 nesta quarta-feira, 27. Segundo o consórcio de veículos de imprensa, foram registrados 1.319 novos óbitos nas últimas 24 horas e 64.895 casos.

No total são 220.237 mortes registradas e 9.000.485 pessoas contaminadas no Brasil, segundo o balanço mais recente do consórcio formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde. Os dados foram divulgados às 20h.

O Estado de São Paulo, epicentro da doença no País, chegou a 52.170 mortes e 1.731.294 casos confirmados. Entre o total de casos diagnosticados, 1.488.343 pessoas estão recuperadas.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 70,7% na Grande São Paulo e 70,9% no Estado. O número de pacientes internados é de 13.260, sendo 7.303 em enfermaria e 5.957 em unidades de terapia intensiva, conforme dados desta terça-feira.

Consórcio dos veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

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