RPT pode ter representantes no Rio 2016

Natação, basquete, ginástica artística e futebol surgem como as modalidades mais viáveis para nomes locais


A RPT (Região do Polo Têxtil) pode ter alguns representantes nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Um nome certo é de César Cielo. O barbarense caminha para sua terceira Olimpíada com a expectativa de aumentar sua coleção de medalhas – ele ganhou um ouro e um bronze em Pequim (2008), e um bronze em Londres (2012).

Foto: Satiro Sodré / SSPress
O barbarense Cesar Cielo tem status para expectativa de nova medalha
Neste ano, porém, o nadador vive má fase. Nas cinco competições que disputou, foi mal. Baixou dos 22 segundos nos 50 metros livre apenas uma vez em quatro torneios e nadou apenas duas vezes os 100 m livre. Além disso, deixou o Mundial de Kazan (Rússia) sem medalha e com uma lesão no ombro esquerdo. A próxima competição de Cesar Cielo será o Open de Palhoça (SC), em dezembro.

No futebol, o americanense Oscar Emboaba, que disputou os Jogos de Londres, vive a expectativa de ser convocado por Dunga para buscar o primeiro ouro da história do Brasil na modalidade.

O que pode dificultar as pretensões do jogador do Chelsea é que, diferentemente de 2012, quando ainda tinha idade olímpica (até 23 anos), agora Oscar tem 24 anos e a única chance de integrar a seleção seria fazer parte da relação de até três atletas com idade superior ao limite exigido.

Um atleta de Nova Odessa também pode embarcar para o Rio de Janeiro no próximo ano. Trata-se do ginasta Lucas Bitencourt, de 21 anos, que foi medalha de prata na competição por equipes no Pan-Americano de Toronto, realizado neste ano.

“Somos em 12, mas apenas seis serão selecionados. Estou confiante, pois é muito provável que eles mantenham a mesma equipe do Pan”, aposta Bittencourt, que começa a disputar, a partir do dia 23, o Mundial de Ginástica Artística, em Glasgow, na Escócia.

Foto: Gaspar Nóbrega / Inovafoto
Debora Costa é um dos nomes de Americana para o basquete feminino
Já no basquete feminino, vale a pena ficar de olho em três crias de Americana: as alas Izabella Sangalli (Corinthians/Americana) e Isabela Nicoletti (Carolina Waves-EUA), e a armadora Débora Costa (América-PE).

As três disputaram neste ano, no Canadá, o Torneio Pré-Olímpico das Américas, que dava vaga aos Jogos Olímpicos. Como o Brasil já estava classificado por ser país-sede, pouco importou o fato de ter terminado apenas em quarto lugar na competição.

Paralimpíada

Nos Jogos Paralímpicos, a aposta da região é Bartolomeu de Robert Teixeira. O americanense compete na prova de 100 m do atletismo ACD e atualmente tem o segundo melhor tempo do País. Se mantiver a marca até o ano que vem, conquistará o passaporte olímpico.

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