Professores protestam por FGTS em Sumaré

Grupo de aproximadamente 40 pessoas cobrou os depósitos de FGTS que não teriam sido feitos durante a gestão Cristina Carrara (PSDB)


Foto: André Luis Bibo
Para evitar o desfecho, os ex-temporários levaram cartazes pedindo uma reunião com a atual gestão

Um grupo de 40 professores temporários, que ocuparam os cargos na rede pública de Sumaré entre 2014 e 2016, protestaram na manhã deste domingo em frente a prefeitura. Eles cobraram os depósitos de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) que não teriam sido feitos durante a gestão Cristina Carrara (PSDB). A ex-prefeita diz desconhecer o fato dos pagamentos não terem sido feitos.

Segundo o Sindissu (Sindicato dos Servidores de Sumaré), o montante da dívida com os 120 professores que estão nesta situação chega a R$ 1 milhão, por isso, caso acionem a Justiça para cobrar os valores devidos eles entrariam para a lista de precatórios, podendo demorar até 10 anos para receber o direito trabalhista.

Foto: André Luis Bibo
Um grupo de 40 professores temporários, que ocuparam os cargos na rede pública de Sumaré entre 2014 e 2016, protestaram na manhã deste domingo

Para evitar o desfecho, os ex-temporários levaram cartazes pedindo uma reunião com a atual gestão e o depósito imediato dos valores. Apesar do ato, o grupo não foi recebido por nenhum funcionário da prefeitura e não tem reuniões marcadas na semana que vem com esta finalidade.

No final da semana passada, o presidente do sindicato, Sandro Vali Barboza, declarou que só vê solução a longo prazo. “A prefeitura nem senta para conversar porque não têm dinheiro em caixa. Entendo que essa administração começou agora e pegou o orçamento pronto, sem previsão para isso. A partir do ano que vem devemos começar a negociar”.