Diretor pede obras de acessibilidade no plenário de S.Bárbara

Desde a inauguração do prédio, o acesso ao espaço é feito por uma passagem com três degraus ou então internamente através da sala de apoio


A diretoria administrativo-financeira da Câmara de Santa Bárbara d’Oeste solicitou ao presidente da Casa, vereador Edison Carlos Bortolucci Júnior, o Juca (PSDB), que sejam realizadas obras de acessibilidade no plenário Dr. Tancredo Neves, permitindo, assim, o acesso de cadeirantes ao local. O pedido partiu de um ofício do vereador José Luis Fornasari, o Joi (SD).

A obra deve ocorrer junto à troca do carpete, que foi solicitada pelo Corpo de Bombeiros, que exigiu que seja instalado um material antichamas no local para que seja emitido o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).

Foto: Divulgação
Obras permitiriam o acesso de cadeirantes ao Plenário Dr. Tancredo Neves

Desde a inauguração do prédio, o acesso ao plenário da Câmara é feito por uma passagem com três degraus, ou então internamente através da sala de apoio, o que impede a entrada de homenageados cadeirantes, por exemplo. De acordo com o despacho do diretor Vilson Vendramin Junior, um funcionário cadeirante, só consegue chegar ao plenário pela sala de apoio.

O pedido de melhoria chegou a ser feito pela diretoria em 2013, mas foi arquivado pelo presidente da época, vereador Fabiano Ruiz Martinez, o Pinguim (DEM), que acabou priorizando outras medidas. No pedido, Vendramin aponta que a readequação do plenário deve ser feita mediante contratação de projeto e obra.

De acordo com o vereador que apontou a necessidade da readequação, Joi Fornasari, a obra é necessária para que a Câmara cumpra a lei. “Uma vez que os bombeiros exigiram a troca do carpete por um antichamas, já que vai mexer, é o momento oportuno para rever a estrutura de lá para que os cadeirantes também possam ter acesso às sessões e aos vereadores também”, disse nesta quinta.

O parlamentar disse que a falta de acessibilidade costuma atrapalhar homenagens. “Já tivemos oportunidades de sermos visitados por cadeirantes, e tiveram que ficar lá em cima, a própria equipe ACD (Atletas com Deficiência) do município quando recebem moção de aplauso, não conseguem chegar até a tribuna”, afirmou Joi.

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