Prefeitura de NO vai estudar implantar Zona Azul

Pedido partiu da associação comercial da cidade por considerar que espaço pode ser melhor utilizado pelos consumidores


A pedido da Acino (Associação Comercial e Industrial de Nova Odessa), a prefeitura contrata um estudo técnico para implantação de uma Zona Azul na área central do município. Por enquanto a cobrança pelo uso de vagas públicas ainda não tem data definida para começar a valer e nem estimativa de preço, mas se depender dos comerciantes a medida deverá ser implantada.

É o que defende o presidente da associação Claudinei da Silva. Ele conta que além da viabilidade da Zona Azul, o estudo técnico contratado deverá avaliar uma possível ampliação das calçadas na Avenida Carlos Botelho e Rua Rio Branco.

Foto: João Carlos Nascimento-O Liberal
Após decidir o formato da Zona Azul, a prefeitura abrirá um processo licitatório para a concorrência do serviço

“O que percebemos é que boa parte das vagas hoje é ocupada pelos funcionários das lojas, o que acaba prendendo os locais durante o dia todo”, explicou. “Estamos sendo muito zelosos neste estudo de implantação para ver como será a aceitação do público a isto. Não está descartada também a criação de áreas de ‘bolsão’”, comentou Claudinei.

Ele também defende maior comodidade aos consumidores para estimular as vendas. “O que queremos é um calçadão para que os pedestres tenham conforto ao caminhar e ver as vitrines. Se o estudo técnico prever isto, a intenção é encaminhar o pedido ao Ministério das Cidades”, pontuou. “Já sobre a Zona Azul existe até a possibilidade da própria Acino fazer a gestão deste sistema”.

PREFEITURA. O Secretário de Governo, Wagner Morais explicou que a expectativa é o que o sistema seja implantado em toda a área central expandida e que a empresa contratada tem no mínimo um mês, após a assinatura da ordem de serviço, para realizar os estudos de impacto, inclusive a receita que poderá advir das cobranças por estacionamento.

O secretário também disse que após decidir o formato da Zona Azul, a prefeitura abrirá um processo licitatório para a concorrência do serviço. “A decisão [para implantar a cobrança] se deve à necessidade de otimização das vagas na área central e à sustentabilidade do trânsito para fazer a gestão das vias”, afirmou o secretário, em nota.

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