Creas teve mais de 500 atendimentos neste ano

Órgão deu assistência a crianças, adolescentes, idosos e mulheres vítimas de violação de direitos em Nova Odessa


O Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) de Nova Odessa realizou este ano 515 atendimentos individuais, alcançando um total de 293 famílias da cidade. O órgão oferece apoio e assistência social a famílias e indivíduos em situação de ameaça ou violação de direitos, como violência física, psicológica, sexual e cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto, entre outros.

Integrante do SUAS (Sistema Único de Assistência Social), o Creas promove a integração dos esforços, recursos e meios para o atendimento integral. “O serviço tem como foco a família e a situação vivenciada, dando acesso a direitos socioassistenciais”, explica a diretora de Gestão Social e Cidadania, Patrícia Cristina Pereira.

Foto: Prefeitura de Nova Odessa / Divulgação
Creas de Nova Odessa realizou mais de 500 atendimentos no ano

No ano de 2017 foram realizados atendimentos a 80 moradores de rua no município, com café, banho, almoço, roupas, contatos com famílias e encaminhamentos ao Projeto Kayde e inscrições para os benefícios do Bolsa Família e Renda Cidadão, além da retirada de documentos como forma de promover a cidadania.

Com relação a idosos também foram 80 atendimentos, incluindo visitas domiciliares para sanar violações, encaminhamentos a casas de repouso e vítimas de violências física, psicológica ou sexual, assim como abandonados ou negligenciados.

Sobre adolescentes, o órgão atuou em 96 cumprimentos de medidas socioeducativas, seja a liberdade assistida ou a prestação de serviços à comunidade, além de beneficiados com atendimentos em grupo, visita domiciliar e encaminhados para a rede escolar.

O Creas também atendeu a 21 crianças e adolescentes que tiveram os direitos violados ou se encontravam em situação de vulnerabilidade e risco, seja acolhimento (3), vítima de abuso sexual (3), violência física ou psicológica (10) e negligência ou abandono (5).

Ainda foram atendidas duas mulheres que sofreram violências em 2017, além de três pessoas com deficiência vítimas de violência intrafamiliar ou abandono.

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