Mãe encontra cabo da PM que ajudou a salvar a filha

A pequena de um ano e nove meses, caiu na piscina de uma chácara, foi socorrida por familiares e reanimada com auxílio do cabo Johnny Almeida


“Emoção pura e choro para todo lado”. Foi assim que a assistente social G.S., resumiu a sensação de ter se encontrado, nesta terça-feira, com o cabo da Polícia Militar que salvou a vida da sua filha.

A pequena de um ano e nove meses, caiu na piscina de uma chácara onde moravam parentes, em Hortolândia. A garotinha foi retirada da água e levada às pressas para uma base do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

A mãe, apesar de muito nervosa, teve a ideia de ligar para o 190 e seguir, passo a passo, cada gesto que pudesse reanimar a menina. E deu tudo certo.

Foto: Divulgação - Polícia Militar
Nesta terça, Graziela disse que ficou emocionada de conhecer pessoalmente o cabo Johnny Almeida da Silva, de 30 anos

Nesta terça, G. disse que ficou emocionada de conhecer pessoalmente o cabo Johnny Almeida da Silva, de 30 anos.

“Quando o abracei, veio tudo de novo. A mesma emoção que tive quando salvamos a milha filha”, disse.

O cabo, aliás, também ficou emocionado. Ele, que já salvou duas crianças de engasgamento, ficou contente de conhecer Ana. “Foi muito gratificante ver a gratidão da mãe, que veio até aqui para me conhecer”, afirmou.

Segundo a assistentes social, no domingo, a menina brincava no jardim de uma chácara em que a família estava, enquanto ela e o irmão arrumavam algumas tralhas no porta-malas do carro.

Quando notou a falta da menina, ela correu até a piscina imediatamente. “Meu irmão saltou, a tirou da água, enquanto eu pedia a Deus a minha filha com vida”, conta.

No começo da ligação para o 190, muito nervosa, ela não entendia as instruções de salvamento. Mas aí ela se acalmou. Foi repetindo ao irmão cada instrução que ouvia.

“O irmão, que tinha a menina no colo, executava cada passo: esticava o bracinho, virava a cabeça, dava tapinhas nas costas. Quando chagamos ao Samu, ela já estava bem”, conta

Depois de reanimada, a menina passou por exame de raio-x e ficou por algumas horas em observação no Hospital Municipal e Maternidade Mário Covas, em Hortolândia, até ser liberada. “Ela saiu de lá rindo e dançando”, lembra a mãe.

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