Fila da licença-prêmio tem 2,8 mil servidores públicos

Mais da metade dos servidores em Americana aguardam para receber benefício, que voltou a ser pago recentemente


Foto: Prefeitura de Americana.JPG
Segundo informações da prefeitura, o pagamento foi interrompido em agosto de 2011 para servidores celetistas e janeiro de 2014 para os servidores estatutários do município

O caos financeiro de Americana nos últimos anos gerou uma fila para receber os valores da licença-prêmio de cerca de 2,8 mil servidores públicos municipais – o equivalente a mais da metade do quadro do funcionalismo.

Nos últimos meses, o benefício voltou a ser pago. Os pagamentos começaram pelos casos de urgência por doença, por exemplo, e depois devem seguir a ordem cronológica de solicitação. Para o sindicato da categoria, o retorno dos pagamentos é um avanço na situação.

“Depois de tanto a gente solicitar, acho que é um avanço, apesar de outras dificuldades, mas é um ponto que deixa a gente um pouco mais aliviado no sindicato. Agora, esperamos que, com os problemas financeiros mais equacionados, ele [o prefeito Omar Najar] possa dar mais atenção ao servidor”, afirmou o presidente do sindicato que representa os servidores, Toninho Forti.

A cada cinco anos, o servidor que não tem faltas injustificadas tem o direito a três meses de salário, que podem ser pagos em dinheiro ou em descanso. Nos casos de pedido de descanso, a licença vem sendo concedida de acordo com a capacidade de cada departamento no caso.

Ainda no final da gestão Diego De Nadai (PTB), os servidores públicos municipais de Americana já enfrentavam dificuldade para conseguir receber os valores da licença-prêmio. Quando o prefeito Omar Najar (PMDB) assumiu, o problema continuou. Segundo informações da prefeitura, o pagamento foi interrompido em agosto de 2011 para servidores celetistas e janeiro de 2014 para os servidores estatutários do município.

Após negociação com o sindicato, a Administração passou a autorizar o pagamento pontual a servidores portadores de doenças graves, ou em caso de situações emergenciais na família. Geralmente, essas licenças são pagas parceladas em três vezes.

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