Corpo de mulher desaparecida é encontrado em rio

Suspeitos da morte de Cleunice Rodrigues, de 40 anos, foram presos pela DIG na última sexta-feira, no Paraná


O corpo da dona de casa Cleunice Rodrigues, de 40 anos, desaparecida desde a madrugada do dia 15 de outubro, foi encontrado no Rio Porto de Areia, no bairro Tanquã, em Piracicaba. Na última sexta-feira, a Polícia Civil de Americana prendeu dois homens suspeitos do crime. Trata-se do ex-genro da vítima e o pai dele. Ambos foram localizados na cidade de Assis Chateaubriand, no Paraná.

Foto: Reprodução
Corpo de Cleunice Rodrigues foi encontrado no último domingo

Moradora do São Jerônimo, Cleunice deixou a casa da filha por volta das 3 horas do dia 15 de outubro dizendo que iria para sua residência e, desde então, não fez mais contato com os familiares. O carro dela, um Gol, foi encontrado na tarde do dia seguinte com duas marcas de tiros em um canavial, em Limeira.

De acordo com o delegado da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Americana, Antonio Donizete Braga, o corpo de Cleunice foi encontrado na manhã de domingo (12) por um popular. “Já estava em adiantado estado de decomposição e somente com o resultado do exame necroscópico será possível saber a causa da morte”, declarou.

Nesta segunda-feira (13), familiares da dona de casa estiveram no IML (Instituto Médico Legal) de Piracicaba e reconheceram a vítima pelas roupas, calçado e uma tatuagem no punho esquerdo. “A localização do corpo é compatível com a principal linha de investigação no sentido de que a vítima, após ser atingida por disparos de arma de fogo, teria sido lançada no Rio Piracicaba, na divisa de Americana e Limeira”, afirmou o delegado.

Os suspeitos do crime – um rapaz de 23 anos, ex-genro da vítima, e o pai dele, de 53 anos – estão presos temporariamente. “Eles ainda serão interrogados, mas o motivo [da morte] seria uma possível desavença familiar”, declarou Braga.

O desaparecimento de Cleunice foi registrado pela filha dela, Janaína Michele Rodrigues Dias, de 24 anos, na CPJ (Central de Polícia Judiciária) de Americana. O LIBERAL tentou falar com ela na tarde desta terça-feira, mas não obteve retorno.

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